segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Um case para iPhone com os controles do Nintendinho!

Este case para iPhone em formato de controle do velho Nintendinho vai agradar aos gamers saudosistas, pois tem botões que funcionam de verdade, ou quase, já que não controlam nada. Ficar apertando botões que não tem utilidade pode parecer maluquice, mas isto pode ter um valor terapêutico para algumas pessoas, como se fosse um plástico bolha infinito. Meu amigo Izzy Nobre com certeza vai adorar.
O NES Controller Case é compatível com o iPhone 5 e 5s e custa US$ 35 na ThinkGeek, que faz entregas no Brasil. Como fanático pela Nintendo e antigo proprietário orgulhoso de um NES, já encomendei o meu!

Wholock, um mashup entre Sherlock e Doctor Who

Um fã com realmente muito tempo livre se dedicou de forma metódica a fazer um mashup entre as duas séries inglesas mais famosas da atualidade, Sherlock e Doctor Who, que não por acaso, contam com os mesmos autores, Mark Gatiss e Stephen Moffat. O cuidado com os detalhes é tamanho que você fica com a impressão de que Benedict Cumberbatch e Matt Smith realmente gravaram juntos dentro da TARDIS, mas é tudo um trabalho minucioso de montagem.
No vídeo, Sherlock é convidado pelo Doctor para ser seu novo companheiro de viagens temporais e interplanetárias, com direito inclusive a um “climão maneiro” entre os personagens, que eu tenho certeza que deixaria tanto Amy Pond quanto Clara Osmond com muitos ciúmes, assim como outro Doctor, o John Watson! ;)

Monitor Full HD sensível ao toque com caneta stylus da Sharp

A Sharp vai lançar um monitor de 20 polegadas Full HD sensível ao toque, criado especialmente para quem precisa fazer desenhos com precisão. Ao pressionar os botões da base, você pode acionar a borracha ou o botão com o clique direito.
A base tem ângulo ajustável, e a caneta stylus tem um suporte próprio. Só não entendi esse fio saindo da caneta, mas tudo bem.

Google compra Boston Dynamics, seria este o começo do fim?

O Google confirmou ontem a compra da Boston Dynamics, empresa responsável pelos incríveis robôs de quatro patas Big Dog, Wild Cat e Cheetah por uma soma não revelada. Até aí tudo bem, o problema é saber o que o Google vai aprontar com esta tecnologia. O responsável pela façanha é Andy Rubin, ex-Mr. Android, e atual responsável pela divisão de robótica do Google. Andy não conseguiu se conter e disse no twitter que “o futuro parece maravilhoso”.
A Boston Dynamics foi fundada em 1992 pelo ex-professor do Massachusetts Institute of Technology, Marc Raibert. A empresa vive de contratos com a DARPA (Defense Advanced Research Projects Agency), que irão ser honrados mesmo depois da venda para o Google.
Já ouvi falar por aí que este seria o começo da Skynet, a corporação maléfica mas acho maldade e um exagero. Mesmo assim, confesso que ficaria preocupado em encontrar um Big Dog na rua, mesmo que ele tivesse uma função inocente como levar uma câmera do Street View ou simplesmente oferecer informações, e você?
Espero que o slogan “Don’t be evil” seja aplicado com mais rigor do que nunca pelo Google, sem esquecer das famosas Leis da Robótica de Asimov! ;)

Nimbus, um painel de instrumentos estilo retrô para monitorar o que você mais gosta!

O Nimbus é um painel de instrumentos com estilo retrô que lembra o painel de um carro antigo, e serve para você monitorar tudo o que você mais gosta. Basta instalar o aplicativo Wink, conectar seu Nimbus e escolher o que quer monitorar nos quatro medidores, que podem mostrar seu próximo compromisso, o volume de e-mails ou de menções nas redes sociais como Facebook, Twitter ou Instagram, a situação do trânsito ou a previsão do tempo. Ele funciona até com a pulseira Fitbit para monitorar as calorias que você gastou em seus exercícios, ou sua quantidade de horas de sono!
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A informação aparece de duas formas, como uma mensagem em um pequeno display ou um contagiros típico de um velocímetro, que mostra de maneira simples e rápida se a coisa está sob controle ou não. Apertando o topo do Nimbus, você pode ter mais informações sobre cada medidor. O aparelho também funciona como alarme, e com o botão no topo acionando o sempre útil modo soneca, que você deve sempre usar com moderação para não correr o risco de perder algum compromisso importante.

Coreia do Norte está seguindo a cartilha de Caracala; felizmente há a internet

Na última semana a comunidade internacional foi informada que o Grande Líder da Melhor Coreia Kim Jong-un, como bom ditador não é uma pessoa necessariamente boazinha, e que a rigor qualquer um está na sua mira. Até ele assumir o governo pensava-se que ele era uma figura um tanto decorativa por ser jovem, e que seria manipulado pela junta militar já calejada do governo local.
Não poderiam estar mais errados: desde que assumiu ele já mandou literalmente para a vala diversos militares de alto escalão sob acusação de traição. A impressão que dá é que o gordinho não só pretende governar sozinho como vai realizar uma limpa no país. E nisso até sua ex-namorada, uma cantora lírica foi acusada de gravar um vídeo pornô e disponibilizar na internet (qual?), e foi igualmente executada.
O mais novo a dançar foi seu tio Jang Song Taek, anteriormente apontado como o número dois do país e encarregado de ser o tutor do líder por seu pai, Kim Jong-il. Acusado de traição, a imprensa norte-coreana o descreveu como “pior que um cão” e “escumalha humana”, diante das acusações de “levar uma vida depravada”, com abuso de drogas, promoção de orgias, exploração de mulheres e jogo e de claro, liderar uma facção ante-governista. Ele já havia sido expulso do Partido Comunista, mas no último dia 12 ele foi julgado, condenado e imediatamente executado. Há informes de que diversos profissionais que trabalham no exterior e que teriam ligações com Taek foram chamados de volta, provavelmente para compartilharem do mesmo destino. Se vão voltar são outros quinhentos.
Não muito depois, como todo ditador que se preze Kim Jong-un apagou o tio da existência: todos os registros, fotos (inclusive algumas em que aparece junto com os líderes atual e anterior) e documentos foram removidos. O site da Agência Central Coreana que é hospedado no Japão foi sistematicamente derrubado:
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Quando voltou 45 minutos depois, todas as postagens centradas em Jang Song Taek foram apagadas e outras centenas que o mencionavam foram editadas, numa tentativa de exterminá-lo também na rede.
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Apesar de todo mundo se lembrar de Stalin nessa hora, a verdade é que a prática é muito, mas MUITO mais antiga. No Império Romano havia um termo para esse tipo de condenação: damnatio memoriae. O Senado ou o imperador condenava o réu (vivo ou morto), geralmente um nobre a ser apagado da existência, embora isso também tivesse um motivo financeiro, os bens do condenado eram confiscados pelo Estado.
Devido à própria natureza da pena os historiadores não tem certeza de quantos foram de fato apagados, por razões óbvias. Um dos registros mais curiosos é o Tondo (arte realizada num suporte redondo) da família de Caracala, imperador que construiu uma terma cujas ruínas impressionam até hoje. A arte retrata ele quando jovem e os pais, o então imperador Sétimo Severo e a imperatriz consorte Júlia Donma, além de seu irmão mais novo Geta. Ou em partes, já que o rosto deste último foi limado:  após a morte do pai eles deveriam governar juntos, mas Caracala decidiu que dois era uma multidão, armou para o irmão ser condenado à morte por traição (junto com 20 mil partidários; Roma não era moleza) e assumiu o império sozinho, relegando Geta ao esquecimento. Claro que pelo fato dele ter sido imperador escaparam um ou outro registro, mas imagine quantos senadores e outros nobres (essa punição não era reservada à plebe, afinal eles não tinham posses que valessem o confisco pelo Estado) podem ter dançado dessa forma e nunca ouviremos falar deles.
Antes dele outro imperador também foi apagado: Cômodo (é, aquele) foi considerado inimigo do império após sua morte e com certa razão: em sua megalomania ele se auto-denominou o novo Rômulo (além de se ver como o próprio Hércules) e havia até renomeado Roma para Colônia Comodiana. Foi o próprio Sétimo Severo (originalmente um militar a serviço de Marco Aurélio e Cômodo) que restaurou sua imagem de imperador para agradar sua família, do contrário poucos registros chegariam aos tempos de hoje.
A bem da verdade essa não será a primeira nem a última vez que um ditador tentará apagar um desafeto da história. Mas diferente de Roma temos a internet para preservar esse tipo de informação. Não que os nortes-coreanos a acessem de qualquer forma, mas mesmo assim não deixa de ser um registro histórico.

A Fotografia está morrendo?

De tempos em tempos temos algum artigo apocalíptico dizendo que algo está morrendo, ou simplesmente vai acabar. Até hoje estamos esperando a morte do rádio ou o fim do papel. Mas, alguns destes artigos nos trazem coisas para pensarmos. É o caso do texto intitulado The Death of Photography: are camera phones destroying an artform? publicado no The Guardians por Stuart Jeffries em 13 de dezembro. Ele parte de uma pergunta simples: estaria a massificação da fotografia destruindo a arte? Pergunta complicada. Em vez de expressar unicamente sua opinião, o jornalista procurou alguns grandes fotógrafos e os fez pensar sobre o assunto.
O primeiro a ser questionado foi Antonio Olmos, fotógrafo mexicano que vive em Londres. Segundo ele, nunca houve tantas fotografias tiradas no mundo, mas ao mesmo tempo a fotografia está morrendo. Para o fotógrafo isso se deve justamente pela massificação. Para falar a verdade, a reportagem toda foi motivada por dois acontecimentos da semana passada. O primeiro foi flagrante do autorretrato em que participou o Presidente dos Estados Unidos Barack Obama na cerimônia em memória a Nelson Mandela. Segundo a reportagem ela mostra toda a natureza narcisista que cerca a nova fotografia executada com celulares. O segundo fato foi a divulgação de uma pesquisa feita por psicólogos onde foi demonstrado que o atual comportamento que nos leva a fotografar tudo o que vemos tem por consequência o fato de não vivermos intensamente o momento, levando a sua não assimilação total dos fatos. Ou seja, quando mais você fotografa o seu cotidiano, menos capacidade de se lembrar dele você tem.
É nesse segundo ponto que Olmos bate mais forte:  “As pessoas que tomam fotografias de sua comida em um restaurante em vez de comê-la. As pessoas que tomam fotografias da Mona Lisa , em vez de olhar para ela. Acho que o iPhone está levando as pessoas para longe de suas experiências.” O argumento do fotógrafo também passa pela história do surgimento da fotografia, onde os pintores perderam o filão de retratos de família para os fotógrafos. Agora, os profissionais estão perdendo o seu espaço para as fotografias feitas pelo cidadão comum. Entendo o argumento do fotógrafo, mas sinto aqui também um pouco de amargura. Sabemos que o ramo do fotojornalismo, a área de Olmos, está em crise. Antigamente era necessário enviar um profissional para uma zona de conflito. Hoje é possível encontrar diversas fotos desses conflitos feitas por quem está vivendo o acontecimento. Imagens feitas com celulares e postadas em redes sociais. Complicado competir com esse tipo de interatividade.
Por outro lado, o fotógrafo Eamonn McCabe tem uma visão um pouco diferente. Para ele, a massificação da tecnologia digital está deixando os fotógrafos cada vez mais preguiçosos. Antes uma sessão fotográfica era feita com dois rolos de filme de 24 poses. Hoje pode-se fazer mil fotos em uma sessão e todos os defeitos são corrigidos no pós processamento. Sem dizer que tamanha quantidade de fotos nos tira a capacidade de apreciar uma imagem. Por isso que sempre digo que ninguém vai querer ver as 2 mil fotos de suas férias. Faça uma seleção de 20 fotos e vai ser um sucesso. “As pessoas estão fazendo um monte de fotos , mas ninguém está olhando para elas”.
E, no final do artigo, temos a voz da razão na pessoa do fotógrafo Nick Knight, que já publicou um livro e fez uma campanha de moda utilizando apenas o iPhone. Para ele, o iPhone trouxe uma liberdade que só tem paralelo com os anos 60, quando deixou-se de utilizar tripé nas sessões de moda com a utilização de câmeras 35mm em detrimento das médio formato. Segundo Nick, “O que importa, artisticamente, não é quantos pixels ela tem , mas se a imagem funciona. A máquina com que você cria sua arte é irrelevante.”
O artigo é muito mais denso e merece uma leitura detalhada. Mas, qual minha opinião? A arte sempre vai estar morrendo, segundo a opinião de alguém. Além do mais, a fotografia não é arte. É uma forma de comunicação que pode ser utilizada como arte. Essa utilização que se encontra em baixa ultimamente e é de difícil acesso para o público comum. Até mesmo para os fotógrafos que investiram milhares de Reais em seu equipamento. Vejo muita foto feita com câmeras caras, lentes soberbas, conhecimento técnico e pós processamento exorbitante que são, apenas, bonitinhas. Expressões máximas da frase “sua fotografia é tão boa quanto seu equipamento”. A fotografia, como expressão da arte, não está morrendo. Ela continua existindo  no mesmo nicho que sempre existiu. Talvez agora um pouco mais escondida por conta da massificação, mas ela está lá, vivendo bem.

O SteamOS em funcionamento e a chegada das primeiras Steam Machines

Na sexta-feira, a Valve começou a enviar as primeiras Steam Machines para os 300 beta testers residentes nos EUA que foram sorteados. A empresa também liberou o download gratuito do beta do SteamOS, sistema operacional que vai rodar nessas máquinas.
A recomendação da Valve é que quem não sabe hackear o Linux, sistema no qual o SteamOS se baseia, não o baixe; uma versão mais amigável estará disponível em 2014. Ainda bem que, para saciar a curiosidade dos menos manjadores como nós, várias pessoas baixaram e disponibilizaram vídeos no YouTube mostrando como é o sistema.
Ele é um fork do Debian 7.1 e tem 960 MB. Para ser compatível, o computador precisa ter processador Intel ou AMD de 64 bits, 4 GB ou mais de RAM e 500 GB ou mais de armazenamento, além da placa de vídeo da NVidia. O suporte a placas da AMD e da Intel é prometido para “breve”.
A interface principal do sistema lembra bastante a Big Picture, interface do Steam otimizada para a sala de estar e que pode ser navegada com um controle. Também há o desktop, que precisa ser habilitado pelo usuário e parece com praticamente todos os desktops que você já viu. Essa troca de interfaces lembra um pouco o Windows 8, que intercala a Metro e o desktop clássico.
Separei dois vídeos, um que mostra a interface de jogos e outro mais detalhado, mas a imagem é pior:
Por ser baseado em Linux, ele roda os programas desse sistema operacional, mas é bom lembrar que foi criado para jogos – mas só roda os do Steam que estão disponíveis para Linux. A Valve promete que, em breve, o sistema ganhará a funcionalidade de reproduzir games do seu computador que rode outro sistema operacional por streaming.
O SteamOS também é atualizado automaticamente e, por estar na fase beta, esses updates devem ser frequentes – todo dia deve ter algum ajuste sendo baixado.
Se quiser se aventurar no sistema, é só baixá-lo e seguir as instruções da Valve para instalar. Antes, mais um aviso: faça um backup, já que ele irá, invariavelmente, apagar todos os dados do computador.

E as Steam Machines?

Elas estão uma coisa linda e ninguém fora dos EUA tem. Mas, assim como no caso do SteamOS, também tem muita gente postando vídeos e fotos de unboxing para matarmos a curiosidade e esse é um deles:
O cara que gravou esse vídeo fala que o “console” (está liberado chamar Steam Machines de console sem as aspas?) é bem pesado. O controle que acompanha também não está finalizado, tanto que há botões no lugar da tela sensível ao toque. E a caixa é um charme à parte, feita de madeira, com estilo rústico e desnecessariamente grande – mas muito bonita.
E esta é uma Steam Machine por dentro:
A versão comercial das Steam Machines também chega em 2014, mas a Valve publicou um DIY de como fazer sua própria Steam Machine – basicamente, veja se seu computador tem as configurações necessárias e instale o SteamOS. :P

Netflix adiciona suporte a múltiplos perfis no app para Android

A Netflix atualizou o aplicativo para Android neste fim de semana para adicionar um recurso bastante esperado: agora é possível acessar os múltiplos perfis cadastrados na sua conta. A novidade chega pouco mais de quatro meses após a Netflix implantar a funcionalidade para todos os usuários na interface web, com o objetivo de melhorar as recomendações em contas compartilhadas.
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Como a Netflix sugere filmes e séries de acordo com o que você assiste e avalia, compartilhar a conta pode confundir os algoritmos do serviço. Ao criar múltiplos perfis, é possível separar o histórico dos membros da família, por exemplo. Dessa forma, mesmo que seus filhos tenham acesso a sua conta, você não receberá recomendações para assistir Galinha Pintadinha ou animações da Disney (a não ser que você assista frequentemente a esses filmes).
Além da inclusão do suporte a múltiplos perfis, as notas de atualização da versão 3.1.0 do aplicativo para Android citam a melhoria na ferramenta de busca, que agora pode procurar por pessoas e títulos relacionados, além de correções de falhas. A Netflix para Android pode ser baixada no Google Play.

Sony começa a liberar Android 4.3 Jelly Bean para Xperia Z1 e Xperia Z Ultra

A Sony anunciou hoje que começou a liberar a atualização para o Android 4.3 Jelly Bean para os proprietários do Xperia Z1 e Xperia Z Ultra, os atuais aparelhos topo de linha da empresa, cumprindo parte da promessa feita no mês passado. A velha nova versão do Android vem acompanhada de algumas otimizações de desempenho feitas pela Sony.
Há poucas novidades em relação ao Android 4.2. Basicamente, o Google melhorou o discador nativo, adicionando sugestões de nomes e números à medida que você digita; incluiu suporte ao OpenGL ES 3.0, para permitir jogos com gráficos mais avançados; e colocou uma opção escondida para que o aparelho use redes Wi-Fi para detectar sua localização mais rapidamente sem que você precise ativar o Wi-Fi toda hora.
Para os donos do Xperia Z Ultra, agora há um botão no aplicativo de câmera para acessar funções adicionais, como o Info-Eye, que procura informações sobre o que você estiver fotografando (como pontos turísticos, código de barras, capas de livros ou até mesmo rótulos de garrafas de vinho) e efeitos especiais com realidade aumentada. Nós falamos sobre esses truques de software no review do Xperia Z1, que já possuía os recursos.
O Android 4.3 Jelly Bean para Xperia Z1 e Xperia Z Ultra começou a ser liberado hoje. Como sempre, é pouco provável que você já tenha a atualização disponível, já que novas versões do Android são distribuídas em lotes. Até o fim do mês, a Sony deve começar a liberar a versão para o Xperia ZQ e Xperia SP.

sábado, 14 de dezembro de 2013

A incrível história de como Minecraft quase levou seu criador a trabalhar na Valve

Se você viveu no planeta Terra nos últimos dois anos, já deve jogado, ou pelo menos ouvido falar, de Minecraft. O jogo de blocos dinâmicos criado por Markus “Notch” Persson virou uma verdadeira febre entre crianças e adolescentes, dada às possibilidades infinitas de criar coisas dentro do universo do jogo.
Pois bem, imagine você que, por um triz, toda a genialidade do designer quase se cruzou com a, tão genial quanto, Valve. O bater de asas da borboleta, que quase ocasionou em uma explosão (imagine esse encontro, cara), é relatado no livro Minecraft: The Unlikely Tale of Markus “Notch” Persson and the Game that Changed Everything (ou Minecraft: o Conto Improvável de Markus “Notch” Persson e o Jogo que Mudou Tudo).
De acordo com a obra, com o estouro de Minecraft, o produtor indie recebeu uma ligação da empresa de Gabe Newell, convidando-o para um café no escritório de Washington. Notch, que voou de primeira classe às custas da desenvolvedora, acabou permanecendo em territórios Valveanos mais do que o previsto, já que a visita, por fim, se tornou uma entrevista de emprego.
Com a iminência de uma resposta se fazendo necessária, Notch tinha seus planos de começar seu próprio estúdio, mas queria manter um pé pra dentro da porta; afinal a pessoa precisa estar muito fora de si para não considerar uma proposta de emprego em uma das maiores potências dos jogos da atualidade.
No entanto, a Valve não havia chegado até a Mojang, empresa de Notch, gratuitamente. A popularidade de Notch estava em alta devido às vendas absurdas de Minecraft. Segundo o relato, o indie chegou a receber uma notificação de bloqueio de conta no Paypal, já que os valores estratosféricos que circulavam por lá só poderiam indicar algum tipo de atividade criminosa. E assim, de “programador de fundo de quintal”, Notch se tornou uma das pessoas mais influentes no mundo dos jogos.
Mas ele não estava sozinho. Jakob ”JahKob” Porsér, co-fundador da Mojang, se mostrava preocupado com a possível saída de Markus da empresa. Com a promessa de que voltaria para a Mojang em 24 horas, Notch meteu as caras. E os detalhes do livro são bastante curiosos:
“Markus lembra-se de sua visita ao QG da Valve como ‘um monte de impressões’. Antes de ser admitido para dentro do escritório, ele teve de assinar um termo de confidencialidade, prometendo não contar a ninguém sobre as produções quase terminadas que ele poderia ver lá dentro. Markus realmente apertou as mãos de Gabe Newell. O chefe da Valve estava bastante ocupado, Markus se lembra, mas o fato de que ele parecia conhecer tanto Notch, quantoMinecraft, foi uma grande honra.”
Antes de sacar que estava sendo testado, Notch contou para o representante de recursos humanos da Valve quais eram seus planos futuros para sua criação. Até mesmo um programa de exercícios havia sido preparado para a tal entrevista. Aparentemente, mesmo com a sinceridade um pouco prejudicial do produtor, a Valve almejava tê-lo em sua equipe. “Você é um programador nato, mas não está acostumado a trabalhar em grupo. Nós podemos ajudá-lo com isso”. “Nós gostaríamos de trabalhar com você, você está interessado em trabalhar para nós?”.
Bom, daí em diante, é possível imaginar o rumo que as coisas tomaram. Em uma das decisões mais difíceis de sua vida (conforme descrito pelo próprio), Notch respondeu, polida e firmemente: “não”.
“De alguma forma, eu senti que Minecraft seria, talvez, minha chance de criar uma Valve, mais do que trabalhar na Valve”. E assim, Markus e sua equipe jogaram tudo para o alto e passaram a se dedicar integralmente a um dos maiores jogos já lançados no mundo.  E todos viveram felizes para sempre.

Crash TV, um joguinho de plataforma bem difícil

Eu, particularmente, nunca me imaginei jogando algum jogo em que eu fosse uma televisão. Mas o mundo está aí para nos surpreender, obviamente, pois Crash TV é um jogo onde o personagem principal é uma TV e consegue ser bastante divertido. E difícil. Mas jogos difíceis existem para nos ensinar lições de vida, acredito eu.
Não existe muito segredo para jogar Crash TV. Utilize as setas direcionais ou WASD para movimentar sua TV de tubo, dessas bem velhas e pesadas. Pressione a seta para baixo ou S para ativar a saída do nível, ou conseguir upgrades. O jogo vai te ensinando o básico, o complicado é utilizar do jeito certo.
Existem alguns segredos para ser bem sucedido em Crash TV. O primeiro deles é não deixar o contador de tempo no canto da tela te acelerar. Se não tiver calma e precisão, terminará em um espinho ou laser. Correr só vai gerar mais frustração.
Um dos upgrades disponíveis é um grappling hook, que permite que sua TV se movimente como o Homem-Aranha. Para utilizá-la basta pressionar o botão esquerdo do mouse onde deseja se pendurar. Não se engane achando que isso vai fazer desviar das armadilhas ou deixar o jogo menos complicado, porque a partir daí as coisas só pioram.

Mas, como disse há pouco, jogos difíceis nos ensinam lições, e a lição que Crash TV pode nos ensinar é que a vida é mesmo difícil, mas se você desistir, nunca vai vencer. Portanto, não desista! Eu não desisti, mas ainda não consegui vencer todos os níveis do jogo. Quem sabe não deixo isso como uma meta pra 2014?

Rumor do dia: Google pode começar a produzir seus próprios processadores

Mais um gigante pode estar considerando entrar para o mercado de processadores: está rolando um boato de que o Google tem considerado começar a criar seus próprios processadores, baseados na arquitetura ARM, para utilizar nos servidores.
O informante da Bloomberg, que pediu para não ser identificado, completou dizendo que ainda é algo muito incerto, sem nenhuma decisão feita, e as coisas podem mudar bastante de cenário.
O que o Google ganha ao fazer isso? A intenção é cuidar melhor das interações entre seu software e seu hardware, sem depender das peças de terceiros para isso.
O Google não comentou diretamente o rumor, e, na declaração dada à Bloomberg por uma representante, não diz nem que sim e nem que não: “Estamos ativamente engajados em criar a melhor infraestrutura do mundo. Isso inclui design de hardware (em todos os níveis) e de software”.
Quem não deve estar nada feliz com esse rumor é a Intel, que é líder no mercado de processadores desse tipo e fornece os utilizados pela empresa de Mountain View. Ela, aliás, é a quinta principal cliente da outra, e parar de depender de seus processadores deve fazer uma boa diferença no caixa.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Qual a relação entre o bicarbonato de sódio e o câncer?


Prepare-se para uma polêmica: um médico italiano afirmou há algum tempo que o câncer pode ser curado com bicarbonato de sódio. A afirmação do Dr. Tullio Simoncini parece surreal e foi contestada por muitos médicos e especialistas (ele foi banido da comunidade médica italiana), enquanto outras pessoas insistem em ficar ao lado dele.
Segundo o Dr. Simoncini, existe uma característica que está presente em praticamente todos os tipos de câncer: as aftas nos pacientes. A tese dele diz que as prováveis causas do câncer são os fungos da espécie Candida, que podem ser tratados com algo relativamente simples: o bicarbonato de sódio. Segundo ele, quando o organismo está mais ácido as doenças se formam com maior facilidade (inclusive o câncer) – fator que pode ser, teoricamente, impedido com seu tratamento com bicarbonato de sódio, que envolve doses orais e intravenosas.

Não parece ser algo tão confiável

O tratamento alternativo chamou bastante atenção, principalmente de pacientes, porém muitos médicos permaneceram céticos e condenaram Dr. Tullio Simoncini por divulgar informações que, aparentemente, não possuem uma base científica que se comprove totalmente (dados específicos nunca foram apresentados por ele). Inclusive, o site oficial da Sociedade Americana de Câncer divulgou um artigo desmistificando as afirmações de Simoncini.
Os cientistas exigem que certas evidências sejam apresentadas para embasar as afirmações sobre as origens de doenças (como o câncer ser originado por fungosCandida e poder ser tratado com bicarbonato), fatos que não foram devidamente comprovados pelo médico italiano. Mesmo assim, muitas pessoas adotam os tratamentos concebidos por Dr. Tullio Simoncini.

Vaza imagem do Haswell-E,o octa core da Intel

O site chinês VR-Zone publicou uma imagem do que seria um protótipo do processador Haswell-E da Intel. De acordo com os rumores mais recentes, o componente terá oito núcleos e, se o padrão de nomenclatura da companhia não for alterado, deve se chamar Core i7-5960X — de acordo com o site Adrenaline.
A fotografia veiculada originalmente no oriente revela que a futura CPU da empresa opera com frequência de 3.0 GHz, embora essa e outras especificações do componente ainda possam sofrer alterações já que, teoricamente, ele ainda está em desenvolvimento. A expectativa é de que os modelos de processador da linha Haswell-E sejam lançados no último trimestre de 2014.
A arquitetura do componente permite que ele possua uma litografia de 22nm, 20 MB de memória em cache L3, TDP de 140 W, 8 núcleos físicos e 16 núcleos lógicos e suporte para memórias RAM do tipo DDR4.


HTC One Max na cor preta

   Em meados de outubro, nós noticiamos a revelação oficial do phablet HTC One Max, o qual    se destaca por sua tela de 5,9 polegadas (resolução de 1080p), processador quad core          Snapdragon 600 de 1,7 GHz, 2 GB de RAM, câmera HTC UltraPixel, bateria de 3.300 mAh      e dispositivo para leitura de digitais na parte traseira.
   O aparelho começou a ser comercializado logo em seguida no mercado oriental, apenas na    cor prata. Agora, a loja virtual de Hong Kong da HTC revelou a existência de uma edição          preta do gadget. As especificações do modelo não foram alteradas. Abaixo você confere a      composição completa do HTC One Max.

  Especificações Técnicas

  •     Tela: 5,9 polegadas com resolução Full HD (1080p)
  •     Processador: Qualcomm Snapdragon 600 quad core de 1,7 GHz
  •     RAM: 2 GB
  •     Armazenamento: 16 GB ou 32 GB (expansível para até 64 GB via cartão de memória micro     SD)
  •     Sistema operacional: Android 4.3 (Jelly Bean) com HTC Sense
  •     Câmeras: HTC UltraPixel Camera (traseira) e frontal de 2,1 megapixels
  •     Conectividade: WiFi (802.11 a/ac/b/g/n), Bluetooth 4.0, DLNA, NFC, 3G e 4G (LTE)
  •     Sistema de som: HTC BoomSound
  •     Bateria: 3.300 mAh (até 28 horas de conversação)
  •     Dimensões: 16,45 cm de altura x 8,25 cm de largura x 1,02 cm de espessura
  •     Peso: 219 gramas